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SAÚDE - 15/04/2022

Mais de 50% dos casos de câncer de bexiga são causados pelo consumo de tabaco, alerta oncologista

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 Mais de 50% dos casos de câncer de bexiga são causados pelo consumo de tabaco, alerta oncologista O câncer de bexiga é uma das doenças oncológicas que mais tem relação com o hábito de fumar. Entre 50% a 70% dos casos diagnosticados são causados pelo consumo frequente do tabaco. “As substâncias do cigarro são altamente tóxicas e causam muitos prejuízos à saúde. No caso da bexiga, elas provocam irritação nas paredes que revestem o interior do órgão aumentando a probabilidade de um tumor cancerígeno”, alerta o médico oncologista Ramon Andrade de Mello, professor da disciplina de oncologia clínica do doutorado em medicina da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e PhD em oncologia pela Universidade do Porto, Portugal.

 

“Parar imediatamente de fumar é a melhor prevenção contra a doença”, sentencia o oncologista. Dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer), mostram que o câncer de bexiga é diagnosticado em aproximadamente 11 mil brasileiros anualmente. “Pode ser um câncer superficial quando se limita ao tecido que reveste esse órgão. Porém, quando começa nas células de transição, ele pode se alastrar através da bexiga, atingindo a parede muscular até disseminar-se para órgãos próximos ou nos gânglios linfáticos. Nesse caso, consideramos como um câncer invasivo”, explica Ramon de Mello.

 

Entre os sintomas, esse tumor pode causar dor ao urinar ou vontade frequente, bem como sentir vontade, mas não conseguir urinar. A maioria dos casos é diagnosticada em homens brancos, acima de 55 anos. “As consultas periódicas são uma maneira de prevenir a doença. O diagnóstico precoce é fundamental para alcançar resultados positivos. Cabe ao especialista escolher a melhor estratégia de tratamento, que será definida de acordo com o grau de evolução do tumor”, especifica o oncologista.

 

Sobre Ramon Andrade de Mello

Pós-doutorado em Pesquisa Clínica no Royal Marsden NHS Foundation Trust (Inglaterra), Ramon Andrade de Mello tem doutorado (PhD) em Oncologia Molecular pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Portugal).

 

O médico tem título de especialista em Oncologia Clínica, Ministério da Saúde de Portugal e Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO). Além disso, Ramon tem título de Fellow of the American College of Physician (EUA) e é Coordenador Nacional de Oncologia Clínica da Sociedade Brasileira de Cancerologia, membro da Royal Society of Medicine, London, UK, do Comitê Educacional de Tumores Gastrointestinal (ESMO GI Faculty) da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (European Society for Medical Oncology -- ESMO), Membro do Conselho Consultivo (Advisory Board Member) da Escola Europeia de Oncologia (European School of Oncology -- ESO) e ex-membro do Comitê Educacional de Tumores do Gastrointestinal Alto (mandato 2016-2019) da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (American Society of Clinical Oncology -- ASCO).

 

Dr. Ramon de Mello é oncologista do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e do Centro de Diagnóstico da Unimed, em Bauru, SP.

 

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Por Assessoria

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