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POLÍCIA - 08/05/2023

Bebê tem cabeça arrancada durante parto em BH, e família denuncia médica

Bebê tem cabeça arrancada durante parto em BH, e família denuncia médica

Uma mulher de 34 anos denuncia que sua filha morreu após ter a cabeça arrancada durante um parto realizado no Hospital das Clínicas da UFMG, no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. O parto foi realizado na segunda (1º) e a ocorrência foi registrada na quarta-feira (3).

A Itatiaia teve acesso ao documento registrado na Polícia Civil. De acordo com o boletim, a gestante estava grávida de 28 semanas, quando apresentou um quadro de pressão alta. Por causa da situação, ela foi internada no Hospital das Clínicas, onde a equipe médica sugeriu um parto induzido.

O pai da criança e a mãe da grávida acompanharam o parto. O homem relatou para a polícia que chegou a ver o rosto da filha e viu que ela mexia a boca e os olhos. No entanto, ele contou para polícia que momentos depois percebeu que a médica havia arrancado a cabeça da criança. Neste momento, os familiares que acompanhavam o parto pelo vidro se revoltaram com a situação. Eles disseram que a médica chegou a subir em cima da barriga da gestante durante o parto.

Ainda segundo a versão dos familiares, a médica chegou a pedir desculpas pelo ocorrido após o parto. Na sequência, uma assistente social do hospital procurou a família, afirmando que a instituição arcaria com todos os custos e procedimentos necessários para o enterro da criança, desde que eles assinassem alguns documentos. Os familiares disseram que foram apresentados documentos que afirmavam que a necropsia já havia sido realizada no hospital, informando que o corpo não seria encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), pois já havia sido examinado na própria instituição.

Procurado pela Itatiaia, o Hospital das Clínicas da UFMG lamentou profundamente o caso e prestou solidariedade aos familiares. A instituição ressaltou que vai empenhar todos os esforços necessários para apuração dos fatos.

A reportagem também procurou a Polícia Civil e o Conselho Regional de Medicina e aguarda um retorno.

Por Itatiaia

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