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CORONAVÍRUS FEIRA DE SANTANA - 19/01/2021

Vacinação vai priorizar profissionais em emergências e UTIs

Vacinação vai priorizar profissionais em emergências e UTIs

Feira de Santana terá 9 mil doses nesta primeira etapa de vacinação contra a Covid-19. A confirmação foi dada pelo prefeito Colbert Martins Filho durante entrevista coletiva ocorrida no Paço Municipal, na manhã de hoje, 19.

Prioritariamente, serão imunizados profissionais de saúde que estão na linha de frente do enfrentamento à pandemia, em emergências e unidades de terapia intensiva (UTIs), além de idosos institucionalizados (em casas de longa permanência) acima de 60 anos.

“Com esse quantitativo e assim que estivermos com a vacina, iniciaremos a imunização, nos locais de trabalho, de enfermeiros, médicos, motoristas de ambulâncias, fisioterapeutas e maqueiros, profissionais de higienização, ou seja, todos que neste momento estão expostos e envolvidos no combate ao coronavírus”, explica.

O secretário municipal de Saúde, Edval Gomes, lembrou que a data é simbólica e representa o início de uma nova fase no combate à pandemia. “Temos, agora, um instrumento eficiente que pode mudar o curso da doença”, afirma.

Segundo ele, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) montou um plano de imunização sólido e eficiente, preparado para o desafio. “A população pode ficar tranquila que estamos com uma equipe multifuncional capacitada para colocar, em prática, um plano adaptável que permite ajustes à medida que novas doses chegarem”.

Edval Gomes também informou que uma série de estratégias, como transporte, unidades itinerantes e drive-thru’s serão montados para alcançar toda a população, principalmente aquelas que se encontram em áreas distantes, a exemplo dos distritos.

Sobre a vacina, a médica infectologista e coordenadora do Comitê de Combate ao Coronavírus, Melissa Falcão, afirmou ser  segura e confiável. “A CoronaVac possui eficácia de 54% e utiliza vírus inativado [uma versão inativada do Sars-CoV-2], ou seja, foi exposto ao calor ou a substâncias químicas para que perdesse o poder de infectar. “Morto”, ele não se replica e não gera doença ou causa infecção". 

Informações por SECOM/PMFSA



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