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FEIRA DE SANTANA - 18/11/2019

Pesquisadora acusa existência de célula neonazista em Feira de Santana

Pesquisadora acusa existência de célula neonazista em Feira de Santana

Uma célula neonazista foi identificada em Feira de Santana por uma pesquisadora brasileira. O grupo faz parte de uma série de outros 334 que estão distribuídos por todo o país - a maioria deles concentrados nas regiões Sul e Sudeste.

 

Segundo o levantamento feito pela antropóloga da Unicamp Adriana Abreu Magalhães Dias, as células neonazi se dividem em até 17 movimentos como os hitleristas, os supremacistas/separatistas, os de negação do Holocausto ou até mesmo seções locais da KKK (Ku Klux Klan) - sendo uma em Nitéroi (RJ) e duas em Blumenau (SC). No Nordeste, além da cidade baiana, Fortaleza (CE) e João Pessoa (PB) também tiveram grupos identificados.

 

As células são formadas por até 40 pessoas que compactuam de ideais e atividades comuns. Os neonazistas têm como ideologia a promoção da intolerância seguindo os ideais de pureza racial e superioridade nazi.

 

Em publicação do Blog do Pichonelli, no UOL, a estudiosa afirmou já ter identificado mais de 6.500 endereços eletrônicos de organizações nazistas somente em língua portuguesa e dezenas de milhares de neonazistas brasileiros em fóruns internacionais.

 

"Normalmente, no Brasil, as células não se conhecem, não se conectam, a não ser as grandes. São grupos de pessoas que conversam, que se reúnem, e eu localizei essas reuniões por sites na internet, blogs ou fóruns. Nenhum deles tem uma corrente única. Eles leem autores que, pelo mundo, brigam um com o outro", explicou Adriana Abreu. BN/Foto: Reprodução / Jornal Grande Bahia

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