Inicial  
  Quem somos  
  Manchete  
  Mensagem de otimismo  
  Horóscopo  
  Anuncie  
  Contato  
22 de fevereiro de 2012    

Ciências

| Mais
21/02/2012 10:20 - por: Maura Sérgia

Falta de sono pode prejudicar a memória anos depois, aponta estudo

A quantidade e a qualidade do sono de uma pessoa podem interferir na função da memória anos mais tarde, segundo pesquisa feita pela Escola de Medicina da Universidade de Washington, a ser apresentada na 64ª Reunião Anual da Academia Americana de Neurologia, entre os dias 21 e 28 de abril, na cidade de Nova Orleans.

Segundo o autor Yo-El Ju, membro da academia, o estudo estabelece bases para investigar se a melhora do sono pode ser uma estratégia futura para prever, evitar ou retardar doenças degenerativas como o Alzheimer.

“Um sono interrompido parece estar associado ao acúmulo de placas amiloides (marcador característico do Alzheimer) no cérebro de pessoas sem problemas de memória", disse Ju.

Os pesquisadores testaram o padrão de sono de 100 pessoas livres de problemas cognitivos com idade entre 45 e 80 anos. Metade do grupo tinha históricio familiar de Alzheimer. Um dispositivo foi colocado nos participantes por duas semanas para medir o descanso deles. Também foram analisados diários de sono e respostas a questionários.

Passada essa fase, os cientistas descobriram que 25% dos voluntários tinham evidências de placas amiloides, que podem aparecer anos antes dos sintomas do Alzheimer. O tempo médio gasto na cama pelas pessoas foi de oito horas, mas o período de sono médio foi de 6,5 horas, devido a despertares curtos durante a noite.

A pesquisa também revelou que os participantes que acordavam mais de cinco vezes por hora eram mais propensos a ter um acúmulo de placas amiloides. Além disso, quem dormia de forma "menos eficiente" tinha mais risco de ter esses marcadores iniciais de demência do que aqueles que dormiam de maneira eficaz. Em outras palavras, os indivíduos que gastaram menos de 85% do tempo na cama realmente dormindo eram mais favoráveis a apresentar os marcadores.

"A associação entre o sono interrompido e as placas amiloides é intrigante, mas as informações do atual estudo não podem determinar uma relação de causa-efeito ou a direção dessa relação", afirmou Ju.

De acordo com o autor, são necessárias pesquisas de longo prazo, seguindo o sono de pessoas por anos, para determinar se um descanso interrompido leva ao depósito dessas proteínas que bloqueiam e matam os neurônios, ou se as alterações cerebrais no Alzheimer precoce é que conduzem a alterações ao dormir. (G1)

Comente esta matéria *

Seu nome Informe seu nome.
Email Informe seu email.Formato inválido.
Comentário Faça seu comentário.Texto muito curto.Excede o máximo de caracteres permitido.

*

O comentário é de total responsabilidade do internauta que o inseriu.
O Portal reserva-se o direito de não publicar mensagens com palavras de baixo calão, publicidade, calúnia, injúria, difamação ou qualquer conduta que possa ser considerada criminosa.
voltar ao topo

Todas as notícias de Ciências

 
 
Clima Tempo | 22/02/2012
Feira de Santana - BA
Hoje
 
26° C
Pancada de chuva com trovoada
Qui

21/30° C

Pancada de chuva com trovoada
Sex

20/32° C

Ensolarado na maioria
Horóscopo do Dia
Áries Libra
Touro Escorpião
Gêmeos Sagitário
Câncer Capricornio
Leão Aquário
Virgem Peixes
Enquete
Links
Rádio Subaé AM
LinceWeb Soluções
Sempre Livre
Interior da Bahia
Foto & Grafia
Jair Onofre
Blog Demais
Adilson Simas
Jornal Folha do Estado
Correio Feirense
Central de Polícia
Guia do Lar
Encurtador de URL Lince.in
Dilson Barbosa
Toque de Acolher
Jornal Grande Bahia
Carlos Geilson
Classifeira Classificados
Conecta Serra Preta
Blog do Mário Ângelo
 Copyright © 2010 - Direitos reservados a Valter Vieira.
 valtervieira@valtervieira.com.br  •  webmail
LinceWeb Soluções Inteligentes